Artigos

Avaliações personalizadas para alunos de matriz aberta

Não é difícil de encontrar, em nossas universidades e faculdades, estudantes que estejam matriculados em disciplinas de diversos períodos. Como por exemplo: o Fernando*.

Fernando é estudante de medicina da Faculdade Médicos Dez* e está, regularmente, matriculado no sexto período. No segundo período, Fernando enfrentou problemas de saúde e precisou encerrar sua matrícula em algumas disciplinas, o resultado disso é que, hoje, Fernando está cursando disciplinas do segundo, quarto e sexto períodos, de maneira simultânea. O coordenador do curso resolveu aplicar uma prova a todos os alunos do curso, de forma a avaliar suas competências e a evolução do aprendizado de um período para o outro, porém, cada aluno apenas poderá ter, em sua prova, questões que refletem as disciplinas que já cumpriu, ou os resultados serão distorcidos.

Como você resolveria essa questão? O que fazer com os diversos Fernandos que existem nas turmas? É melhor não avaliar? Ou fazer uma avaliação padrão, ciente das distorções que reduzirão a precisão dos resultados?

Na gestão educacional, enfrentamos, diariamente, uma série de desafios que requerem do gestor a busca por saídas estratégicas que tornem as atividades operacionais menos manuais e cada vez mais automáticas, para que possa se dedicar à parte intelectual da gestão.

Dentre estes desafios, temos a geração de provas ou simulados integrados para os alunos chamados “dessemestralizados”. Esses estudantes, também conhecidos como “desblocados” ou “alunos de matriz aberta”, cursam disciplinas de diferentes períodos e isso é um fator gerador de complexidade no momento da elaboração de suas provas. Provas personalizadas, simulados e outras avaliações que unem questões de múltiplas disciplinas precisam de um grande esforço no momento da elaboração dessas provas específicas de cada aluno e na estruturação dos itens que as compõem – fora o esforço logístico envolvido na geração destas avaliações.

Diante desse cenário, surgem variadas soluções que visam reduzir os custos do processo e automatizar a operação. Essas ferramentas permitem aos profissionais envolvidos dar ênfase à parte pedagógica e assim, melhorar a qualidade da avaliação como um todo.

Principais vantagens das ferramentas de gestão da avaliação

Redução de custos

  1. Provas geradas e corrigidas automaticamente;
  2. Descentralização da correção – que pode ser realizada simultaneamente em diversos polos;
  3. Número de impressões exatas, evitando desperdício;
  4. Sistemas de ensalamento;
  5. Digitalização das provas impressas e envio automático de devolutiva.
  6. Ganhos operacionais e pedagógicos

Ganhos operacionais e pedagógicos

  1. Geração de provas randomizadas
  2. Padronização de acordo com os manuais do INEP;
  3. Devolutiva com relatório personalizado para cada estudante;
  4. Controle de conteúdo, objetivos de aprendizagem e outras informações indexadas às questões (itens);
  5. Validação de questões sistematizada;
  6. Formação de banco de questões próprio;
  7. Geração de provas de forma descentralizada;
  8. Ferramentas de análise de dados.

Instituições que geram simulados, provas integradoras e outras avaliações de forma personalizada, com composições específicas para cada aluno de forma automática, ganham em tempo e qualidade de ensino.

Estudantes que recebem devolutivas personalizadas conseguem identificar quais são seus pontos fracos e fortes e focar exatamente onde ainda não alcançaram o resultado esperado.

“Mudar a forma de avaliar o estudantes, reestruturar o processo de elaboração e correção de provas e analisar os resultados de forma objetiva, com dados reais tornam o processo avaliativo muito mais eficaz. Estudantes e professores precisam saber quais conhecimentos necessitam de maior atenção.”

Para viabilizar essa mudança, surge a Plataforma Qstione, qualificando a operação da avaliação do estudante, trazendo informação professor e suporte de qualidade ao gestor. Avalie seus estudantes corretamente. Conheça a Plataforma Qstione!

*Fernando e Faculdade Médico Dez são fictícios, utilizados apenas para fins de exemplo